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abril 27, 2006
@#$%&*
primeiro eu preciso avisar para o falante
da rodoradio que nenhum lugar pode ficar
aberto das 8h da manhE até qualquer
outra hora, porque NAO EXISTE MANHE.
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depois eu quero comentar que mudou a falante
da ligação a cobrar. agora não é mais aquela
moça- de- cabelos- escuros- presos- no- alto-
em- seu- uniforme- azul- marinho- com- uma–
mancha- de- café- no- punho- esquerdo.
não é mais, foi um choque.
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e ainda dizer que eu gostaria muito da existência
de porções menores de leite. eu pingo leite no café,
pingo. só eu tomo, em casa e na agencia. abro uma
garrafa e logo já tenho que colocar fora.
é um desperdício. se já existe, me avisem!!!!!
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pronto. dito.
**posted by giulianna
05:49 PM
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abril 25, 2006
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embaralhada. vou pegar a folha com as anotações recentes do projeto. passo por quatro filmes- de vários tipos e tamanhos, musicas espalhadas, afasto duas revistas. e no lugar, encontro uma receita de risoto seguida de uma salada. e o projeto? do outro lado da folha. como isso foi parar aqui ? o projeto? não, a receita. (ou pergunto dele?) da mesma forma, da mesma forma – respondo, reconhecendo a letra – a minha; não sabendo quando; e decidindo ali o cardápio desse dia. já sei o que vem para jantar – aviso.
e logo eu, que nunca me achei a única protagonista dessa minha própria vida, logo eu.... saindo do prédio, ainda cedo, tive a sensação que o sol me esperava. um calor bom e uma luz próxima só para esses quase-mínimos 1,61 que carrego todos os dias. foi rápido, durou uns dois ou quatro segundos. mas foi. um pouco desconfiada, saudei. coloquei os fones e dobrei a esquina, coadjuvando outra vez.
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**posted by giulianna
11:59 AM
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abril 11, 2006
gerberas
eram duas. uma amarela e uma laranja. a amarela, descoberta doce, foi tomada por formigas no segundo dia. morreu no lixo. a laranja durou dias. muitos. ontem murchou. murchou chapinha. nunca tinha visto. sem secar, as pétalas escorreram lisas pra trás, como moça arrumada pra festa. nunca tinha visto.
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**posted by giulianna
09:46 AM
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abril 09, 2006
o silêncio pode ser amarelo, branco ou bege. as vezes marrom e as vezes sem cor. depende quando, depende como, depende quem.
ao contrário de vários, admiro o silêncio entre duas pessoas, ou mais. quando ele respira inteiro e branco; quando nenhuma das pontas busca substitutos; quando isso acontece é intimidade clara. me parece, sempre me pareceu .
respeito esse silêncio. mesmo sendo a que fala, fala muito, fala sempre; espaçosa de mim que sou; transbordante de sons que me faço. e eu cedo, aceito e respeito o vazio desse branco íntimo, confortável e imensamente tranqüilo.
é assim que, também ao contrário, lamento: não pelos pares sentados em silêncio mas pelos que debocham, viram o rosto apontando-os com os olhos... prometendo nunca viverem assim. fico sem saber se eles sabem, se reconhecem. ou se decidiram não experimentar; nunca escutar dele; evitando esses segundos de intimidade perfeita, só por vontade ou medo.
...sem quebras fico sem saber.
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**posted by giulianna
05:28 PM
abril 02, 2006
.. a mesma,

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**posted by giulianna
07:08 PM
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