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junho 30, 2006
consegue ver a curva do meu g?
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**posted by giulianna
06:02 PM
junho 29, 2006
muito.
mas não vou falar de tudo.
bem sei. a imprevisibilidade é tanta que os sonhos quase não são possíveis. quando são, acontecem no vazio. sem rostos – muito menos o meu - sem formas ou espaços. sem tempo. sem lugar. apenas são. apenas acontecem. e, ainda assim, continuo achando os melhores, eles, esses.
Um dia, um dia, tudo vai fazer sentido. como o avião – cantado – curvando-se na volta do vulcão one day, one day.... when you're ready...
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fora isso, se um dia eu parar de tossir serei feliz por completo.
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**posted by giulianna
08:22 PM
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junho 24, 2006
hay tantas cosas yo solo preciso dos...
fui com um tipo de gripe e voltei com outra. fui com um objetivo e voltei com outros dois. fui e quando voltei não tinha blog, nem posts do estar lá. o blog voltou, os posts não. eu voltei, pra casa. nada como estar.
lá teve as tarefas no museu, a voz perdida no dia de apresentação, a ida a caxias em dia de inverno e muito frio, onde andei por dentro de um coração - na cave - e me diverti com peixinhos virtuais e reais. trabalho, trabalhos e produções. e também, é claro, os brindes- os novos e os antigos. os cafés, os deslocamentos, a casa dos amigos de sempre, os novos. uma semana gigante, de encerramentos e aberturas. que continua na próxima.
... que continua.
;)
**posted by giulianna
07:44 PM
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junho 14, 2006
o ônibus, a mochila, a menina, e o futebol.
manhã e noite com a lua ainda no céu. vestindo casaco, manta, luvas e gorro, quatro graus na rua. juntos no ônibus das sete. o silêncio sonolento é interrompido por uma mulher vendendo guardanapos e calcinhas (!!!!) pintadas por ela ( 5 x !!!!!) reconheci a figura de uma volta anterior. os outros passageiros fingem, como a gente, não prestar atenção. constrangimento compartilhado no ar. a mulher resmunga sem direção, em voz alta e gritante, fala do bailão, dos homens que não vai se sujeitar, da filha que não vê, das doenças que tem… eu sei, tranqüilizo: ela fica quieta assim que o ônibus inicia viagem. dito e feito.
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nesse mesmo dia, o almoço já não tem as luvas, nem a manta, nem o gorro. é quase meia-estação. a tarde já deixa o casaco no canto. e desse dia para o outro... passamos para 25 graus ou mais. vai ter mochila que entenda!!
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no acúmulo de funções tento virar cinco. quase consigo. a aluna produz os trabalhos, organiza as entregas, projeta o passo seguinte, dá conta do recado. a profissional agradece imensamente a equipe que a cerca: se eu vou é por que eles ficam… de lá tudo é possível por que eles existem aqui!! e da nova experiência brinco com o futuro: no interior do cubo branco aprendo. envolvida com todos os detalhes da abertura- e são muitos- me descubro mais satisfeita do que em qualquer outra época. exageros a parte, ou não, o agora é vivido com isso que salta, não tem nome, e é bom.
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no país do futebol ou do país no futebol: michael costuma dizer que trouxemos sorte um para a vida do outro. concordo. e diz mais: trouxemos sorte para a seleção. explico: desde que estamos juntos o brasil, no mínimo, sempre foi para a final. certo. mas... parece que nessa lenda-copística é preciso assistirmos todos os jogos juntos. só que ontem,cada um em um canto de porto alegre, não foi possível!!! pedimos desculpas a torcida brasileira. mas, ainda há esperanças... afinal.. toda regra tem sua exceção.
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**posted by giulianna
12:32 PM
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junho 05, 2006
nem direita, nem esquerda.
não olha para os lados.
nem direita,
nem esquerda.
atravessa a rua com os sons guiando a saída,
a ida.
testando o destino?
apreciando o perigo?
que menina!!!
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**posted by giulianna
08:43 PM
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junho 04, 2006
cinco gira..sóis
antes de tudo, a jardinagem de ontem – sem jardim. cheiro de terra, saco de terra. preparada, adubada. vaso maior para troca da planta que vira arvore de tão crescente. tudo dentro de um apartamento. bom e possível. se fosse de chão, o jardim... poderíamos passar horas exageradas nele. deixa assim, nessa medida de hoje. por enquanto é suficiente.
um pouco de frio. pouco. e a visita, de presente, do s.o.l no final do dia. casa e lareira. assim fica fácil desistir do combinado: deixo de me ocupar com o que deveria; falto meus lugares, os papeis todos. fico entre as duas janelas, fazendo esse desistir-passageiro se fazer de dia de domingo. e por um chá. também.
falto, sabendo do todo: já sei que não era engano. não foi nenhum desvio sem volta ou coisa parecida. nada deixou de ser, foi só uma curva, necessária, do mesmo caminho. alguma forma necessária. com o tempo descubro qual "forma", com o tempo entendo "alguma". com o tempo, mais tarde, depois. agora eu desisti, hoje, lembra?
ahh...será que os cinco girassóis ali atrás, dentro do vaso, em cima da mesa...vão também se movimentar? rápido, é quase noite!!
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**posted by giulianna
05:28 PM
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