a brincadeira: 1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2ª) Abra-o na página 161;
3ª) Procurar a 5ª frase completa;
4ª) Postar essa frase em seu blog;
5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6ª) Repassar para outros 5 blogs.
então...
depois de brincar nos comentários da carol, ser chamada duas vezes, e todo mundo postar em seus respectivos... digo aqui. mas agora o livro-mais-próximo é outro - relendo goodbye tsugumi/banana yoshimoto - que tem uma página 161, e uma quinta frase dizendo:
for a long time after that,
so long that our hair ended up drenched,
the two of us stood there together
without exchanging a word.
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e.. não repasso para ninguém, por que todo mundo já foi chamado. ( eu acho)
;)
está ali, entre as pontes de londres e o lembrar-se do que não existiu, está o perfil do ser eleito.
(...) um nostálgico sobre o que deixara de saber; um saudoso pelo que definitivamente, ao escolher, perdera; um corajoso por já ser tarde demais e já se ter escolhido.
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cito uma camada desse texto que é maior e suporta leituras diversas. então, trago as linhas das estradas possíveis: paralelas, cruzadas, embaralhadas, com ou sem atalhos... com ou sem pontos em comum. e fico prezando o que a minha trouxe, afinal... and you feel that life is richer and a little more rewarding – como foi dito. e se as minhas dezenas autorizam a pergunta, eu respondo que depende. do traço e da memória: com pontos em comum, eu experimentaria. sabendo, eu me aventuraria. sim, sem dúvida. hoje, pelo menos.
estamos em novembro de 1971, na descoberta do mundo, página 386.
um corredor.... que chega aqui.
conclui. revisei. enviei. e com o nome inventado – configurações gráficas no cinema. os créditos de abertura e sua produção de sentido – ficou claro que se trata de um capitulo em aberto, uma etapa em andamento... que me estende, me continua. depois, fui colorir o mini-livro dos sonhos. que não é desses sonhos-projetos, é registro dos outros - os mais divertidos. colori e me aventurei em um bloco maior, com uma história proporcional. está sendo bacana. a cor agora é presente. parece. então, madame-mãe organizou os cômodos, emprestou livros e virou guardiã de outro. gigante, desses que a gente tem quase toda a vida para entrar e não sair mais – catalogo da documenta de kassel. 11. então, enchi dois copos de uma saudade recente e voltei da prática com vontades de café-da-manhã-na- padaria-seguido-de-tarde–na-livraria – mas dessa vez é uma vontade alargada: querendo experimentar a terceira presença por lá, nos nossos programas de sempre. logo. em breve. mas há também o trabalho ... por enquanto de casa. chamo nosso ilustrador para uma reunião: assistirmos juntos charlie e lola . buscamos referências nas estantes, conversamos, sugerimos, e acabamos definindo o caminho. trabalho suave e divertido, como deveria ser sempre. e hoje, o astropontocom me avisa de um novo trânsito, desses especiais em que a gente consegue entender tudo, é capaz de tudo, amplia e melhora tudo!!!! mas só dura três dias. então.. não me adianta muito, por que é pouco tempo para eu conseguir lidar com esse tudo . assim… de uma vez só.