e ao chegar uma - estranha - familiaridade toma conta. sei onde estou, no meu lugar.
em um paralelo com a primeira chegada, de dois anos atras, me vejo crescida. ou talvez seja a cidade que ja tenha o meu tamanho.
frio e uma tarde de sol que vai embora logo. ao entrar em casa é como se toda a viagem tivesse sido um sonho.
sentimentos que traduzem pensamentos me permitem inclusive uma analise psico-araque: o medo do avião na ida não existiu na volta. pois com toda a saudade e a vontade de estar perto de queridos, a verdade é que - hoje- é aqui que me sinto tranquila. é aqui que eu me oriento. é aqui que eu moro. é aqui que eu vivo.
e com uma nostalgia do que ainda não terminou, me vejo encantada novamente. espero por um natal com neve e todos os tipicos possiveis. sera o ultimo deles com frio. a contagem dos ultimos no hemisfério norte começa, como no sabado iniciou o ultimo mês de dezembro.
mas nem isso agora me deixa triste. os fatos se apresentam e eu aceito. encaro. observo. não luto contra, não reclamo, não nego. vivo. talvez esses dois anos tenham me mostrado que de nada serve a ansiedade. e que o que importa é o tempo-presente.
chego aqui com a certeza de que sei onde estou - e não geograficamente.
sendo eu mesma, tenho certeza: estou no meu lugar.
Eh amiga, sei como vc se sente... o tempo é muito relativo mesmo. As vezes passamos a vida toda num lugar e nos sentimos em casa em outro lugar, onde nem passamos tanto tempo assim. Tempo tem haver com momento e não com duração. Mas vai dar tudo certo! Estamos na torcida por vcs, onde quer que vcs estejam.
Beijos,
Roberta & Isabelle
a continuação dos posts ta ótima!
:)
E que maravilha se sentir assim!
Estava com saudade de ler teus pensamentos...
E que o frio chegue com novos cheiros e sabores!
Beijinho
as vezes nao da mesmo para entender.
melhor fechar os olhos e sentir.
and if it feels right, it's right.