sonho do lado de la. acordo uma hora mais cedo. programo horarios, conto dias, faço listas. me pergunto perguntas ainda sem resposta. me vejo diferente. me projeto de outra forma.
desisto dos planos, deixo pra amanhã. me culpo. refaço as listas mentais e os afazeres da semana.
roubo um chocolate. um pedaço a mais, porque é branco recheado de coco. la vem a culpa de novo.
tem a nova rotina de exercicios, as leituras para o seminario, as leituras pra final de fevereiro, os trabalhos para o inicio de dezembro. em meio a isso tudo, os preparativos pra viagem. empacotar as roupas e as idéias.
pensar no agora, no antes e no depois, tudo misturado e exigindo opiniões formadas. receber boas noticias e sorrir feliz. e depois passar o domingo inteiro em casa com meu cumplice preferido.
um resumo de tudo e de nada. de mim, agora, assim.
e feliz com isso.
sentei aqui pra escrever alguma coisa de util ou de novidade ou de constatação ou de reclamação ou de idéia ou de pensamento ou qualquer coisa exprimivel em palavras que seja legivel e possivelmente compreensivel.
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nada.
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so o que posso dizer no momento, é que vale aquela maxima: "a gente fazemos o que a gente podemos".
a duvida aflige. faz pensar. e crescer é parte disso tudo.
pensar possibilidades, calcular probabilidades, sincronizar datas e fazer funcionar. dificil. improvavel. esqueço que não existe formula exata para a vida.
programar o futuro não é tarefa facil.
converso, choro, desisto de pensar. deito e durmo pra acordar mais tranquila. faço o que posso, afinal.
o momento é de abrir portas para deixar o futuro entrar. seja por onde for.
foi alto.
verde com laranja. e vermelho e mais cores de outono inimaginaveis.
foi divertido.
cansativo pelos quilômetros percorridos. brilhante com sol, céu azul e vento gelado.
foi diferente.
pela companhia, pelas conversas, pelas perspectivas.
mas foi bom. e foi meu, o dia todo.
então o que era duvida virou certeza e o que era certeza virou duvida.
surpresas de um inferno astral que não foi tão malvado esse ano. que tera seu final comemorado com viagem.
dia 14, no meio de lagos e vulcões, os 25 virão. perto de uns e longe de outros.
e o movimento, segue.
pra aproveitar os cinco minutos em que a internet resolveu funcionar.
sem comunicação online por tempo indeterminado. sentindo a falta. lidando com a abstinência.
ontem teve um brecho aqui no bairro e todo mundo colocou tudo o que tinha-e-não-queria-mais pra vender. ai eu vi uma coisa e não resisti. comprei. um ibook. daquela série da concha, em que eles eram coloridos. o meu é laranja. igual ao do dawson. g3 e a bateria não funciona. mas pelo preço, quem se importa.
menos de 300 reais. fofissimo. meu presente de aniversario.
amanhã mudo de vez a minha rotina dos proximos meses. matriculada, com carteira de estudante. reunião pra saber os horarios. e depois vou sair pra comprar meu material escolar =)
ando pensando sentindo buscando
a razão a falta o prumo.
ando sonhando pedindo mudando
o amanhã a certeza o rumo.
ando por ai
por ali
por aqui.
ando porque não sei correr
ando porque quero encontrar.
ando procurando sorrindo cantando
o motivo o sorriso o verso.
ando relembrando unindo trocando
o passado o futuro o complexo.
ando por vontade
por medo
por mim.
ando porque não sei fingir
ando porque quero chegar.
roberta-sem-internet-em-casa-escreve-do-computador-de-um-internet-café-que-nem-vende-café.
aguardemos o retorno da nossa programação normal.